sexta-feira, 4 de julho de 2008

Como reagir à ingratidão

COMO REAGIR À INGRATIDÃO
Sobrevivendo ao ataque das sanguessugas

Certa vez, ao ser alvo de uma ingratidão, encontrei um artigo num livro que me ajudou a entender e superar o problema, e agora aproveito para voltar ao assunto. Marcelle Auclair* dizia que os ingratos também são filhos de Deus, apesar de cometerem injustiças. Você, que agora lê esse texto, com certeza já teve a experiência de dar o melhor de si e em troca receber o "pão que o diabo amassou".

Passemos então a refletir as causas dessa atitude: acostumados com a generosidade da vida certos sujeitos se comportam como eternos receptivos, egocêntricos nem imaginam que ao seu redor existe gente que passa pela mesma situação, esses sanguessugas, que se alimentam de energia humana não passam de psicopatas, indigentes da espiritualidade, incapazes de amar, se arrastam na busca de afeto e quando recebem, retribuem com a indiferença e a maldade, veneno que lhes é peculiar.

Contudo, não devemos ter ódio e nem tentar revidar o desamor recebido, em outras palavras: não cair no mesmo erro. O importante é ficar atento para não ser surpreendido com novos ataques, pois com certeza eles acontecerão.

Dar e receber é uma via de mão dupla que deve ser praticada em todos os níveis de relacionamento. Ser útil é cumprir o sentido da existência, visto que o egoísta definha em seu casulo solitário.

* Marcelle Auclair, autora do livro Claro Caminho.

José Antonio Sespedes
Autor do livro: Depressão, um beco com saída...

Nenhum comentário: